Viseira

Como se fossem as linhas pontilhadas que imaginamos no céu para ligar uma estrela a outra, Duda Las Casas escreve os poemas de Viseira como corpos celestes milenares, observados por seus antepassados e por ela, antepassada de si mesma. No decorrer do livro, o lado místico se apresenta na forma de oráculos e guias espirituais. À própria sorte, o leitor é conduzido entre quiromancias e borras de café, na busca de algum trevo de quatro folhas ou da certeza de que o sapato foi desvirado antes de sair de casa. Importante, leitor: Viseira é canceriano. E vermelho, cor de Iansã.

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